PANDEGOLÂNDIA ERA SÓ ALEGRIA

Programa marcou a fase dos musicais humorísticos

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PANDEGOLÂNDIA ERA SÓ ALEGRIA

Os anos 1960 trouxeram “um plus a mais” para os programas de humor produzidos na tv carioca. Foi a era dos musicais humorísticos, febre iniciada na TV Rio e logo desdobrada na Excelsior, Tupi e no início da Globo.

Os atores e comediantes cantavam e dançavam com bailarinos temas musicais, paródias e quadros montados. Nesse segmento apareceram programas que marcaram época na Tupi Rio como “Devagar com a Louça”,  “Rua do Ri-Ri-Ri”, “Gira, o Mundo Gira”, “A,E,I,O...Urca” e principalmente o PANDEGOLÂNDIA, com músicas e direção de Eduardo Sidney. Os quadros eram musicados com apuro.

Um deles, famoso, dizia: ”pouco João e muita Maria, cadê João, cadê João? Neste quadro, as mulheres demonstravam, em plena década de 1960 a sua soberania no mundo, indagando aos quatro ventos onde estavam os homens brasileiros? Bailarinas e quatro atrizes protagonizavam, com seus pares, a brejeirice do programa:

 Arlete Salles era a americana Mary, com Aguinaldo Batista.

Celeste Farr fazia a italiana Mariela, com Antonio Lara.

Margot Morel, a francesa Marie, com Bruno Netto.

E Esmeralda Barros, a brasileira Maria, com Carlos Koppa.

 Também brilharam no programa ao lado de comediantes tarimbados, Aimée, Theresa Amayo, Maria Pompeu, Neyde Aparecida, Moacyr Deriquém, Henriqueta Brieba, Mário Petraglia, Jomery Pozolli, Pocci Grey e Waldemar Rocha.

 Na foto Neyde Aparecida em cena com Waldemar Rocha, Moacyr Deriquem e Mário Petraglia.

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