AS TRÊS VERSÕES DE UM ROMANCE EM PAQUETÁ
Os cariocas são apaixonados pela ilha...com razão

O romantismo da obra que tem a ilha de Paquetá como cenário já levou a tv produzida no Rio a fazer três versões de A MORENINHA.
A primeira foi em 1956, ao vivo, com capítulos em dias alternados, na Tupi Rio, com Yoná Magalhães e Paulo Porto de protagonistas.
Em 1965 ainda como TV Globo, a emissora decidiu abrir os horizontes de suas novelas e ao colocar no ar sua sexta produção, “A Moreninha”, levou suas câmeras para o local da história, a famosa Ilha de Paquetá. Pela primeira vez a Globo gravava cenas externas para suas novelas. Essa versão do clássico romance de Joaquim Manoel de Macedo foi contada em 35 capítulos, escritos e dirigidos por Graça Mello.
No elenco estiveram Cláudio Marzo – Augusto, Marília Pêra – Carolina, Nazareth Cruz, Iracema de Alencar, Paulo Graça, Zezé Macedo, Renato Machado, Cláudia Martins, Thaís Portinho, Emiliano Queiroz, Gracindo Júnior, Milton Gonçalves, Cléa Simões e Iara Sarmento. A novela foi exibida de 25 de outubro a 10 de dezembro de 1965, na faixa das sete da noite.
Em 1975, a Globo produziu a terceira versão, com Nívea Maria e Mário Cardoso, na foto. É a versão mais presente nas lembranças do público, que pegou essa fase da emissora.
O romance “A Moreninha” conta a história de Carolina, jovem romântica e sonhadora, que vive na ilha de Paquetá com sua vó Donana. Entre festas, passeios, amigas e jovens estudantes da corte, ela sonha em reencontrar sua paixão de infância. Mal sabia ela que o rapaz estava tão próximo. É Augusto, que se encanta pela jovem sem se lembrar que já tinha trocado juras de amor quando eram crianças.
