A MOCINHA DA HISTÓRIA DE FRANCISCO ALVES
Numa coprodução com os hermanos

Em 1955 estreava nas telas brasileiras o filme “Chico Viola não Morreu”, uma coprodução Brasil-Argentina, com roteiro de Gilda de Abreu e direção de Román Viñoly Barreto. A trama conta a vida, bem romanceada, diga-se, do “Rei da Voz”, o cantor Francisco Alves, o “Chico Viola”.
Cyll Farney foi o galã e a mocinha da história mostrada na tela, Maria das Trancinhas, foi interpretada por Eva Wilma, em seu terceiro ano de carreira. Ela recebeu o prêmio Saci, promovido pelo jornal O Estado de S.Paulo, como melhor atriz no cinema, em 55.
A crítica não gostou de ver argentinos envolvidos com uma história tão brasileira.
A foto aqui mostrada foi recuperada da revista “Cinelândia”, da famosa coluna de Zenaide Andreia ”O Que Eu Vi nos Estúdios”.
